Ao longo de dezenas de auditorias de segurança realizadas em fábricas, estaleiros e escritórios em Angola, a equipa da PRORISCO identificou um conjunto de falhas que se repetem com frequência preocupante.
1. Falta de registo de incidentes menores. Empresas tendem a só documentar acidentes graves, perdendo o histórico que permite identificar padrões de risco.
2. Equipamento de protecção individual desactualizado. EPIs fora de validade ou inadequados à tarefa específica continuam a ser distribuídos.
3. Falta de formação de reciclagem. A formação inicial é feita, mas raramente há actualização periódica dos colaboradores.
4. Planos de emergência não testados. Existem no papel, mas nunca foram simulados na prática.
5. Ausência de responsável de segurança dedicado. A função acumula-se com outras responsabilidades, perdendo prioridade no dia-a-dia.
Uma auditoria estruturada, seguida de um plano de acção com prazos, é o primeiro passo para corrigir estas lacunas.
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